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Conheça os benefícios e como obter Vitamina D

A vitamina D é um hormônio esteroide lipossolúvel essencial para o corpo humano e sua ausência pode proporcionar uma série de complicações. Afinal, ela controla 270 genes, inclusive células do sistema cardiovascular. A principal fonte de produção da vitamina se dá por meio da exposição solar, pois os raios ultravioletas do tipo B (UVB) são capazes de ativar a síntese desta substância. Alguns alimentos, especialmente peixes gordos, são fontes de vitamina D, mas é o sol o responsável por 80 a 90% da vitamina que o corpo recebe. Ela também pode ser produzida em laboratório e ser administrada na forma de suplemento, quando há a deficiência e para a prevenção e tratamento de uma série de doenças.

A vitamina D é necessária para a manutenção do tecido ósseo, ela também influencia consideravelmente no sistema imunológico, sendo interessante para o tratamento de doenças autoimunes, como a artrite reumatoide e a esclerose múltipla, e no processo de diferenciação celular, a falta deste nutriente favorece 17 tipos de câncer.

Esta substância ainda age na secreção hormonal e em diversas doenças crônicas não transmissíveis, entre elas a síndrome metabólica que tem como um dos componentes o diabetes tipo 2.

O consumo da vitamina D é essencial para as gestantes, a falta dela pode levar a abortos no primeiro trimestre. Já no final da gravidez, a carência do nutriente favorece a pré-eclâmpsia e aumenta as chances da criança ser autista.

A vitamina D foi denominada desta forma em 1922, pois naquela época acreditava-se que ela só poderia ser obtida por intermédio da alimentação. Ela foi batizada de D por ter sido a quarta substância descoberta, depois das vitaminas A, B e C. A partir da década de 1970 os pesquisadores descobriram que a vitamina D poderia ser sintetizada pelo organismo, ou seja, na realidade ela é um hormônio, não uma vitamina.

Benefícios comprovados da vitamina D

Fortalece os ossos: A vitamina D é necessária para a absorção do cálcio pelos ossos. Pessoas com deficiência de vitamina D chegam a aproveitar 30% menos de cálcio proveniente da dieta. O cálcio é responsável por fortalecer ossos e dentes. A deficiência deste nutriente pode causar o raquitismo na infância e a osteoporose na vida adulta. Um exemplo da importância da combinação dessas duas substâncias é que sempre que a recomendação de suplementação de cálcio é recomendada ela é feita juntamente com a vitamina D para atuar na absorção do mineral.

Uma pesquisa feita pela Universidade de Zurique com 40.000 pessoas com mais de 65 anos observou que a suplementação de vitamina D reduz em 20% o risco de fraturas no quadril e em outras regiões com exceção da coluna vertebral.

Protege o coração: A vitamina D participa do controle das contrações do músculo cardíaco, necessárias para bombear o sangue para o corpo. Além disso, ela permite o relaxamento dos vasos sanguíneo e influencia na produção do principal hormônio regulador da pressão arterial, a renina.

A falta da vitamina D pode levar ao acúmulo de cálcio na artéria, favorecendo o risco de formação de placas. Com todas essas questões, as chances de desenvolver doenças cardiovasculares como insuficiência cardíaca, derrame e infarto são maiores em pessoas com deficiência de vitamina D.

Uma pesquisa feita com 50.000 homens pelo Harvard School of Public Health durante dez anos observou que aqueles que tinham deficiência em vitamina D possuíam duas vezes mais chances de sofrer um ataque cardíaco do que os homens que não tinham a deficiência.

Gravidez segura: A vitamina D é muito importante para as gestantes. No primeiro trimestre a falta dela pode levar a abortos. Em casos de abortos múltiplos no início da gravidez, pode ser que o sistema imunológico da mãe esteja rejeitando a implantação do embrião. Como a vitamina D age no sistema imunológico, ela pode corrigir este problema.

Além disso, no final da gravidez, a ausência da vitamina D pode causar a pré-eclâmpsia, doença na qual a gestante desenvolve a hipertensão. Afinal, esta substância influência na produção da renina, principal hormônio regulador da pressão arterial. A falta de vitamina D também aumenta as chances da criança ser autista, pois ela é importante para o desenvolvimento do cérebro do bebê.

Uma pesquisa publicada no The American Journal of Clinical Nutrition feita com mais de 1000 gestantes, observou que quando a mulher ingere a vitamina D os riscos do bebê desenvolver problemas respiratórios diminuem.

Outro estudo feito pela Universidade da Carolina do Sul, dos Estados Unidos, com 500 gestantes observou que o suplemento de vitamina D previne problemas como diabetes gestacional, parto prematuro e infecções.

Boa para prevenir e controlar o diabetes: O fato da vitamina D influenciar a produção de renina também é interessante para prevenir o diabetes, pois a falta desta substância favorece a doença. Além disso, a produção de insulina pelo pâncreas requer a participação da vitamina D.

Como a diabetes tipo 1 é uma doença autoimune, a vitamina D torna-se interessante por ser um imunoregulador que inibe seletivamente o tipo de resposta imunológica que provoca a reação contra o próprio organismo.

Um estudo realizado pelo Institute of Child Health da Inglaterra acompanhou 10.000 crianças finlandesas desde o nascimento e observou que aquelas que receberam regularmente suplementos da vitamina tiveram 90% menos chances de desenvolver diabetes tipo 1.

Boa para os músculos: A vitamina D contribui para a força muscular, portanto, sua ausência leva a perda dessa força e aumenta o risco de quedas e fraturas. Uma pesquisa feita pela Universidade de Zurique com pessoas acima de 65 anos observou que o consumo de vitamina D pode diminuir o risco de quedas em 19%.

Benefícios em estudo da vitamina D

Tratamento de doenças autoimunes: a vitamina D já está sendo utilizada no tratamento de doenças autoimunes, condição que ocorre quando o sistema imunológico ataca e destrói tecidos saudáveis do corpo por engano. A vitamina D é um imunoreguloador que inibe seletivamente o tipo de resposta imunológica que provoca a reação contra o próprio organismo. O tratamento de doenças autoimunes com vitamina D é algo recente, mas é visto por especialistas como um grande avanço da medicina.

Algumas das doenças autoimunes que podem ser tratadas com altas doses de vitamina D são: esclerose múltipla, artrite reumatoide e problemas oftalmológicos que podem comprometer seriamente a visão do indivíduo e para os quais o tratamento costumava ser muito difícil.

O neurologista Cícero Galli Coimbra, professor associado e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), já tratou cerca de 1.200 pacientes com esclerose múltipla e muitos outros com diferentes tipos de doenças autoimunes utilizando principalmente o tratamento com doses de vitamina D.

O tratamento pode não só evitar que a doença avance como também proporcionar a recuperação de sequelas recentes. Tudo irá depender da doença e do tempo que a pessoa tem as sequelas, por isso o quanto antes iniciar o tratamento, melhor.

É importante ressaltar que este tipo de tratamento com suplementos de vitamina D deve ser realizados somente por médicos, pois o consumo em excesso da substância por conta própria pode causar sérios problemas para a saúde.

Outro estudo publicado no Journal of The American Medical Association feito com 7 milhões de norte-americanos constatou que o consumo de suplementos de vitamina D está associado ao menor risco de esclerose múltipla.

Previne e ajuda no tratamento do câncer: A falta de vitamina D favorece 17 tipos de câncer, como os de mama, próstata e melanoma. Isto ocorre porque a substância participa do processo de diferenciação celular, que mantém as células cardíacas como células cardíacas, as da pele como da pele e assim por diante. Desta maneira ela evita que as células se tornem cancerosas. Além disso, a vitamina D ainda promove a autodestruição das células cancerosas.

Por essas razões, alguns estudos mostraram que além de prevenir o câncer, o consumo de altas doses dessa substância pode ser eficaz no combate a determinados tipos de câncer. Porém, neste caso também é necessário que a ingestão dos suplementos de vitamina D sejam realizados com o acompanhamento médico.

De acordo com o National Cancer Institute dos Estados Unidos há diversos estudos que apontam que a vitamina D é uma aliada no tratamento do câncer, especialmente do colorretal, de próstata e do seio. Porém, o instituto também diz que ainda são necessários mais estudos.

Boa para autistas: Como a vitamina D é importante para o desenvolvimento do cérebro, ela ajuda a prevenir o autismo durante a gestação. Caso a pessoa tenha esta condição, continua interessante que ela obtenha a vitamina D, o que muitas vezes não ocorre facilmente por meio da exposição solar, fonte da substância, pois o indivíduo passa muito tempo em ambientes fechados.

Um estudo realizado pelo Children?s Hospital Oakland Research Institute, nos Estados Unidos, observou que três hormônios do cérebro que afetam o comportamento social, serotonina, ocitocina e vasopressina, são ativados pela vitamina D.

Previne gripe e resfriado: Este benefício tem sido estudado com base em alguns problemas causados pela falta de vitamina D. Crianças com deficiência de vitamina D tem mais chances de desenvolver infecções respiratórias. Já adultos com menores quantidades de vitamina D contraem mais resfriados e problemas no trato respiratório.

Uma pesquisa publicada no The American Journal of Clinical Nutrition que contou com a participação de 340 crianças japonesas durante quatro meses observou que os riscos de contrair gripe diminuiu no grupo que ingeriu o suplemento de vitamina D.

Diminui o risco de morte prematura: Uma pesquisa publicada no Archives odfInternal Medicine sugere que tomar suplementos de vitamina D podem reduzir as taxas de mortalidade. O estudo observou o resultado de 18 estudos que contaram no total com cerca de 60.000 participantes e constatou que o consumo de suplementos de vitamina D diminui em 7% o risco de mortalidade por qualquer causa.

Interações

Quando consumida dentro das quantidades recomendadas a vitamina D não interage com nenhuma outra substância. Porém, quando ingerida em excesso pode levar a alta absorção de cálcio, por isso que o consumo de vitamina D além do recomendado só pode ser feito com orientação médica.

Efeitos colaterais

Quando consumida dentro das quantidades recomendadas a vitamina D não tem efeitos colaterais. Porém, quando ingerida em excesso pode prejudicar os rins por causar o aumento da absorção de cálcio. Por isso, é importante que o consumo além do recomendado desta vitamina seja feito com acompanhamento médico.

Deficiência

A deficiência de vitamina D pode causar uma série de problemas de saúde. A falta dela aumenta o risco de problemas cardíacos, osteoporose, câncer, gripe e resfriado, e doenças autoimunes como esclerose múltipla e diabetes tipo 1. Em mulheres grávidas deficiência de vitamina D aumenta o risco de aborto, favorece a pré-eclâmpsia e eleva as chances da criança ser autista.

O quanto obter de vitamina D

Segundo diversos estudos realizados recentemente, entre eles um da Universidade do Wisconsin, Estados Unidos, e outro da Universidade de Toronto, Canadá, a orientação para pessoas com mais de 50 quilos é consumir entre 5.000 e 10.000 unidades de vitamina D ao dia. O mesmo vale para as gestantes e lactantes.

No caso das crianças a orientação é ingerir até 1.000 unidades de vitamina D para cada 5 quilos de peso. Então, uma criança que pesa 30 quilos, por exemplo, pode ingerir até 6.000 unidades de vitamina D.

Como obter a vitamina D

Apesar de estar presente em alimentos de origem animal, estas comidas não possuem a quantidade de vitamina D que o organismo necessita. Por isso, para evitar a carência da substância é importante tomar de 15 a 20 minutos de sol ao dia. Braços e pernas devem estar expostos, pois a quantidade de vitamina D que será absorvida é proporcional a quantidade de pele que está exposta.

Ao se expor ao sol para obter a vitamina é importante não passar o filtro solar. Para se ter uma ideia, o protetor fator 8 inibe a retenção de vitamina D em 95% e um fator maior do que isso praticamente zera a produção da substância. Para evitar o câncer de pele, após os 15 a 20 minutos recomendados para obter a vitamina, passe o protetor solar.

As janelas também atrapalham a absorção da vitamina D. Isto porque os raios ultravioletas do tipo B (UVB), capazes de ativar a síntese da vitamina D, não conseguem atravessar os vidros.

A exposição ao sol da maneira recomendada irá proporcionar as 10 mil unidades de vitamina D. Como a exposição solar já irá proporcionar boas quantidades da substância, é importante que a necessidade do indivíduo seja analisada por um profissional da saúde a fim de saber se apenas o sol é o suficiente ou se é preciso uma alimentação rica na substância ou suplementação.

Fontes de vitamina D

Todos os alimentos fontes de vitamina D são de origem animal porque as fontes vegetais não conseguem sintetizar a vitamina da maneira como os alimentos provenientes de animais. Até mesmo o alimento com as maiores quantidades da substância, o salmão, conta com somente 6,85% das necessidades diária de vitamina D em uma porção de 100 gramas. Por isso, tomar sol é fundamental para evitar a carência do nutriente.

Além disso, esses alimentos são bastante ricos em gordura saturada. Quando ingerido em grandes quantidades este lipídio sofre o processo de oxidação e há o risco do aparecimento de placas que podem inflamar as artérias sanguíneas, levando a doença vascular que pode comprometer o coração, os rins e o cérebro a longo prazo.

Confira os alimentos que possuem vitamina D.

Alimento Quantidade de vitamina D Porcentagem do valor diário de vitamina D
Atum (100 gramas) 227 unidades 2,27%
Sardinha (100 gramas) 193 unidades 1,93%
Ovo (uma unidade) 43,5 unidades 0,43%
Queijo cheddar (50 gramas) 12 unidades 0,12%
Carne bovina (100 gramas) 15 unidades 0,15%

 

Uso de suplemento de vitamina D

Os suplementos de vitamina D podem ser utilizados em casos de constatação de carência da substância ou no tratamento de algumas doenças. A falta do nutriente é constatada após exame de sangue.

É importante ressaltar que os suplementos só podem ser tomados após a orientação médica para o consumo dessas doses extras. Em alguns tratamentos são orientadas superdoses de vitamina D, ou seja, uma quantidade além do que é normalmente orientado. Nesses casos o consumo sempre é feito com orientação médica e é preciso observar o quanto de cálcio e líquidos a pessoa irá ingerir, sendo que o consumo do mineral pode precisar ser reduzido e o de líquidos aumentado.

Idosos e os suplementos: Pessoas mais velhas produzem menos vitamina D em resposta à exposição ao sol por questões metabólicas relacionadas à idade. A quantidade da substância produzida em uma pessoa de 70 anos é, em média, um quarto da que é sintetizada por um jovem de 20 anos. Por isso, é interessante que os idosos conversem com seus médicos sobre a possibilidade de consumir suplementos de vitamina D.

Riscos do consumo em excesso de vitamina D

É importante destacar que o excesso de vitamina D só ocorre por meio da suplementação. Isto porque os alimentos não contam com quantidades grandes da substância e a obtenção dela por meio dos raios solares é regulada pela pele, que cessa a produção da vitamina quando atinge os valores necessários.

Porém, o excesso por meio dos suplementos sem a orientação médica pode ser muito perigoso. Há o risco de ocorrer a elevação da concentração de cálcio no sangue e isso pode provocar a calcificação de vários tecidos, sendo que os mais afetados são os rins, que podem chegar a perder sua função.

Combinando a vitamina D

Suplemento + hidratação: Ao ingerir os suplementos de vitamina D, para evitar problemas de saúde, especialmente nos rins, além do acompanhamento médico, é importante se hidratar e manter uma dieta balanceada.

A deficiência de vitamina D

Infelizmente, cerca de 80% das pessoas que vivem em um ambiente urbano, são carentes em vitamina D. Isto porque elas passam grandes períodos de tempo em locais fechados e não se expõem ao sol.

Contudo, a deficiência pode ser revertida. É possível fazer esta correção do quadro por meio de suplementação, lembrando que esta alternativa é válida somente após a orientação médica, e/ou tomando sol sem proteção solar nos braços e pernas durante quinze a vinte minutos todos os dias.

 

Fontes consultadas:

Neurologista Cícero Galli Coimbra, professor associado e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo.

Nutricionista Rúbia Gomes Maciel, da empresa Natue.

Nutricionista Natielen Jacques Schuch, professora do Centro Universitário Franciscano.

Veja:
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Exame: Glicemia de jejum

O que é glicemia de jejum

A glicemia de jejum é um exame que mede o nível de açúcar no seu sangue naquele momento. O exame de glicemia de jejum serve para fazer o diagnóstico de hipoglicemia ou hiperglicemia. Esse exame serve também para monitorização do tratamento do diabetes, juntamente com o exame de hemoglobina glicada.

As principais doenças envolvidas na dosagem de glicose para diagnóstico e acompanhamento são o diabetes tipo 1 e o diabetes tipo 2 , nas quais a concentração de glicose se encontra elevada. Raramente o médico pedirá o exame para fazer o diagnóstico de uma hipoglicemia, mas pode acontecer. O exame de glicemia de jejum também pode ser indicado pelo seu médico mesmo que você não tenha sintomas definidos, como parte do check-up de uma consulta – principalmente porque o diabetes pode permanecer assintomático por muito tempo. Alguns sintomas ou condições que podem levar seu médico a pedir o exame de glicemia de jejum para uma investigação mais profunda são:

Urinar várias vezes ao dia

– Sede intensa

– Perda de peso apesar da ingestão de alimentos

– Glicemia fora do jejum maior que 200mg/dl

– Desidratação

– Tonturas

– Mal estar (em crianças pode se manifestar como uma dor abdominal)

– Fome intensa

– Náusea

– Desmaios ou comas

– Troca da dosagem ou do medicamento para tratamento do diabetes

– Parente direto com diabetes.
Pré-requisitos para fazer o exame:

Não existem contraindicações para a glicemia de jejum, mas são necessários alguns cuidados no dia do exame:

Jejum mínimo de 8 horas, sendo permitida apenas a ingestão de água

– Crianças até três anos podem fazer jejum de três horas

– Crianças de três a nove anos podem fazer jejum de quatro a cinco horas apenas

– Se o paciente estiver em tratamento para o diabetes, o jejum de 12 a 8 horas pode não ser necessário. E o exame precisa ser feito antes da próxima dose de insulina.

– Evitar a ingestão de qualquer medicamento durante o período de jejum, pois eles podem interferir no resultado. Para saber se você pode ou não interromper a medicação, converse com seu médico. Caso você não possa, ele levará isso em conta quando for analisar os resultados do exame

– A alimentação deve ser mantida rotineiramente até a hora do início do jejum.

No dia anterior ao exame, evite:

Exercícios físicos vigorosos

– Ingestão de cafeína em grande quantidade

– Ingestão de álcool.
Como é feita a glicemia de jejum:

Após o período de jejum orientado conforme a idade é colhido em laboratório um tubo de sangue por punção venosa. Esse tubo será dosado em uma máquina automatizada para verificar a glicemia. Geralmente é um resultado rápido, que pode ser liberado entre 30 minutos ou até 24 horas, conforme as orientações do laboratório.

Recomendações pós-exame:

Após o exame o paciente deve se alimentar normalmente, de forma natural, sem exageros. Não é recomendada a prática de exercícios intensos após jejum prolongado.

Possíveis complicações e riscos:

Os riscos envolvidos no exame de glicemia de jejum são aqueles inerentes a todos os exames de sangue, como hematomas ou lesões decorrentes de uma coleta difícil. O paciente também pode sofrer com tonturas decorrentes do tempo de jejum.

Possíveis efeitos colaterais:

Este exame não apresenta efeitos colaterais. Você pode sofrer tonturas ou outras sintomas relacionados ao longo período em jejum – sinal normalmente relacionado à hipoglicemia -, mas é uma condição rara em pessoas saudáveis.

Periodicidade do exame:

A glicemia de jejum precisa ser realizada em pacientes com diabetes tipo 1 ou 2 a cada três meses em média, mas a frequência pode variar conforme a necessidade

O que significa o resultado do exame?

Os resultados do exame irão indicar se você está ou não com hiperglicemia ou hipoglicemia. Caso os resultados sejam anormais (acima ou abaixo do que seria ideal) porém próximos do limite, o exame pode ser feito novamente em uma outra data marcada pelo médico. Dessa forma, tem-se a segurança de que os números estão mesmo acima ou abaixo do normal.

Resultados normais:

Os valores de referência ficam entre 65 a 99 miligramas de glicose por decilitro de sangue (mg/dL).

O que significam resultados anormais:

Resultados entre 100 mg/dL e 125 mg/dL são considerados anormais próximos ao limite e devem ser repetidos em uma outra ocasião

– Valores acima de 126 mg/dL já são bastante suspeitos de diabetes, mas também devendo ser repetido em uma outra ocasião, dois valores maiores ou iguais a 126 com no mínimo 8 horas de jejum já fazem o diagnóstico de diabetes.
– Valores acima de 200 mg/dL são considerados já diagnósticos para diabetes. No entanto, outros sintomas do paciente devem ser avaliados e outros exames podem ajudar, como a hemoglobina glicosilada e a curva glicêmica

– Valores abaixo de 65 mg/dL podem indicar hipoglicemia e também devem ser repetidos em outra ocasião.

Gestantes podem fazer?

Grávidas não só podem como devem fazer o exame de glicemia de jejum, sendo um procedimento de rotina pré-natal e durante a gestação, podendo ser realizada em qualquer semana. Entretanto, as gestantes têm valores diferenciados para a glicemia de jejum: o limite superior para a suspeita do diagnóstico de diabetes é 85 mg/dL. Se o resultado for alterado, realiza-se um teste com administração de curva glicêmica durante 60 e 120 minutos após a ingestão de 75g de glicose entre a 24ª e a 28ª semanas de gestação. Se confirmado o diagnóstico de diabetes gestacional, os controles serão feitos com bastante frequência, tanto no hospital quanto em casa, usando em domicílio o glicosímetro. A mulher com diabetes gestacional ou que já tinha diabetes antes da gravidez deverá manter níveis de glicemia no jejum em torno de 95 mg/dl e os feitos uma hora após as refeições em torno de 140 mg/dl. Se necessário, iniciará tratamento com insulina.

 

Fonte: minhavida

Veja:
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Costume de realizar exames periódicos ajuda a detectar e prevenir doenças

Os famosos checapes, podem ajudar a descobrir as doenças em estágio inicial, mas manutenção da qualidade de vida depende principalmente de bons hábitos

Sabe-se que a prevenção é o melhor remédio. Por isso mesmo, o ideal é fazer checape periodicamente, para saber se está tudo em ordem com o nosso organismo. Muitas vezes, um pequeno problema poderá se desencadear numa coisa muito mais séria e comprometedora. Para o cardiologista Maurício Gonçalves Zanon, não existe uma idade precisa para se fazer o checape. “Com relação às doenças cardiovasculares, e aí se incluem principalmente o infarto do miocárdio, o acidente vascular cerebral (derrame) e a hipertensão arterial, sabemos que são as responsáveis pela morte de um em cada três adultos. No indivíduo assintomático, sedentário e sem antecedentes cardiovasculares em si e na família, o checape seria recomendado a partir dos 20 anos. No caso daqueles que pretendem iniciar atividades esportivas e exercícios físicos em geral, recomendamos uma avaliação cardiológica rigorosa antes de começarem, independentemente da idade, principalmente se existirem casos de morte súbita e desmaios sem causa aparente na família.”

Ulisses Caetano de Carvalho, de 55 anos, só procurou um médico para fazer um checape minucioso quando começou a se sentir cansado depois que caminhava ou fazia algum esforço físico. O resultado dos exames apontaram hipertensão, miocardia e nefropatia crônica. Assustado, procurou também o nefrologista, que confirmou o diagnóstico e descobriu que um dos seus rins estava atrofiado. Mas nada que remédios não resolvessem. Hoje, Ulisses toma remédios para controlar as doenças e, como precaução, faz checape de três em três meses para ver se tudo continua bem.

BONS HÁBITOS Zanon enfatiza que a finalidade do checape é a prevenção, que significa o melhor tratamento no combate às diversas doenças. “Para isso, devemos reforçar os hábitos saudáveis, como alimentação balanceada com baixa ingestão de sal, gorduras e doces e elevada oferta de verduras, legumes e frutas, além de proteínas mais saudáveis como peixes, visando o controle adequado do peso, do diabetes, da hipertensão arterial e do colesterol. É prudente evitar o fumo e o álcool, sendo muito recomendável a prática de exercícios físicos após avaliação cardiológica. Cabe ressaltar a importância também de uma boa qualidade do sono para uma vida saudável.”

Para o coração bater feliz

Hoje em dia, fazer um checape hoje, é fundamental, como forma de evitar algumas doenças previsíveis ou até mesmo descobrir um mal em tempo de se tratar. O cardiologista Maurício Gonçalves Zanon esclarece que, inicialmente, deve ser feito um exame clínico detalhado, com uma boa história e um exame físico, acompanhado por um eletrocardiograma. “Além disso, uma avaliação laboratorial (geralmente hemograma, glicemia, colesterol, triglicérides, ácido úrico, ureia, creatinina, exames de urina e de fezes).

Naqueles indivíduos que pretendem iniciar ou já praticam uma atividade física e/ou têm uma história familiar importante para doenças cardiovasculares, como infarto do miocárdio, derrame cerebral, diabetes, hipertensão arterial ou morte súbita e em fumantes, recomendamos também a realização de um teste ergométrico (em esteira ou bicicleta) e o ecocardiograma (ultrassom do coração), com a finalidade de avaliar a função da circulação coronariana e as estruturas do coração (músculo, válvulas etc.).”

Como o indivíduo deve ser avaliado de forma mais completa, o médico orienta também, aos homens com 40 anos ou mais, a realização do exame do PSA com toque retal, anualmente, e, para ambos os sexos acima de 50 anos, a colonoscopia com a repetição a cada cinco anos ou menos, dependendo dos achados, para prevenção do câncer de próstata e do intestino, respectivamente. “É importante enfatizar que esses protocolos mudam com o tempo, de acordo com a incidência das doenças. Na década de 1980, o exame da próstata era recomendado para homens acima de 55 anos, devido à raridade da doença anteriormente a essa idade. Isso foi mudando ao longo do tempo, com o aparecimento do exame do PSA, que facilitou muito o diagnóstico, bem como a incidência da doença, cada vez mais frequente em indivíduos mais jovens”, destaca o médico.

O cardiologista ressalta que as crianças também devem fazer os exames. Geralmente, até os 12 anos, ficam sob os cuidados do pediatra, que segue protocolos apropriados e a medicina preventiva, como vacinações periódicas, de acordo com o calendário oficial do Ministério da Saúde. Essas crianças, geralmente, são encaminhadas ao cardiologista, quando o pediatra detecta alguma alteração na ausculta cardíaca, como sopros ou ruídos anormais, arritmias, história de desmaios (síncopes) a esclarecer, baixo desenvolvimento pôndero-estatural inexplicado ou alterações em exames de sangue, como o colesterol em níveis elevados. Nesses casos, o cardiologista solicitará os exames necessários, que poderão incluir, além do eletrocardiograma, o ecocardiograma, o Holter e outros mais sofisticados, como o teste de inclinação ou estudo eletrofisiológico nos casos selecionados.

Ulisses Caetano de Carvalho, de 55 anos, se sentia cansado quando caminhava, mesmo que devagar, ou fazia algum esforço físico. Diante disso, resolveu fazer um checape, para o que procurou um cardiologista. Após fazer alguns exames, recebeu a notícia do médico de que era hipertenso, portador de miocardia e de nefropatia crônica. “Fiquei meio assustado na hora, mas ele me tranquilizou. Encaminhou-me para um nefrologista, que descobriu depois que um de meus rins era atrofiado e, por isso, não funcionava tão bem quanto o outro. Passei a tomar alguns remédios recomendados pelos dois médicos e, hoje, me sinto muito bem, minha saúde está ótima, graças a Deus”, garante Ulisses.

Ele ressalta que o cardiologista disse que, atualmente, sua saúde é estável do ponto de vista clínico e que apresentou uma melhora acentuada de seu estado geral, desde que iniciou o acompanhamento médico. “Graças a Deus, não sinto mais nada. Estou ótimo. Tomo remédio para coração e rim, o que não me incomoda de maneira alguma, pois o mais importante é a minha saúde. Levo uma vida normal, apenas com algumas restrições alimentares e procurando evitar exageros. O importante é que recuperei meu peso e não sinto mais aquela canseira que me acompanhava. Quanto ao rim, também não sinto nada. E, como prevenção, faço um checape de três em três meses para ver se tudo continua em ordem.”

FATORES DE RISCO Quanto à repetição dos exames, Maurício ressalta que, no adulto sem fatores de risco (hipertensão, diabetes, história familiar, fumo, obesidade e sedentarismo etc.), é recomendado que sejam feitos anualmente o eletrocardiograma e exames de sangue, como prevenção cardiovascular. “Se existirem fatores de risco, também será necessário o teste ergométrico. Nos adolescentes e adultos jovens (até 30 anos) já avaliados pela primeira vez e com exames normais, de três em três anos. De acordo com os achados, esses intervalos poderão ser mais curtos, a critério do médico-assistente”, salienta o cardiologista.

Já para as mulheres, ele indica os exames ginecológicos, incluindo-se o exame de Papanicolau logo após o início da vida sexualmente ativa, com repetição anualmente. “Depois da menarca (primeira menstruação), deve ser feito o exame clínico das mamas. Para as mulheres acima de 35, além dos exames citados, recomenda-se a mamografia anualmente, para aquelas sem história de câncer de mama nos familiares próximos; para as outras com história de câncer de mama, recomenda-se fazer a partir de 30, e controle anual a critério do especialista (mastologista). Dependendo dos achados, poderão ser feitos novos exames, como ultrassom, cintilografias e biópsia da mama, sempre a critério do médico-assistente ou especialista.”

Checape personalizado

O clínico geral Breno Figueiredo Gomes, do Hospital Mater Dei, explica que a consulta de checape serve para prevenção, diagnóstico precoce e controle de algumas doenças. “Outra função importante é ajudar o paciente a manter um estilo de vida saudável, melhorando a sua qualidade de vida. Entretanto, a principal função da consulta de checape é a criação de uma relação médico-paciente forte, que, sem sombra de dúvida, é um alicerce na busca da saúde.”

O médico ressalta que as principais doenças que podem ser descobertas por meio de um checape são a hipertensão arterial, diabetes, doenças da tireoide, problemas cardiológicos e alguns tipos de câncer, como o do intestino, próstata, mama e pele, entre outros. “Inúmeras doenças não são detectadas pelo checape. Exames normais não significam saúde. Saúde é o bem-estar físico, social e mental do indivíduo, e não a ausência de doença, segundo a Organização Mundial da Saúde”, alerta o médico.

“Quanto antes for criada uma relação forte com o médico de confiança, melhor. Assim como na pediatria é realizada a puericultura, o adulto também se beneficia com o acompanhamento regular do seu médico. A principal arma diagnóstica do médico continua sendo a conversa (anamnese) com o paciente. O médico que conhece a história do seu paciente consegue ajudar muito mais. Não existe um pacote fechado de exames. Todo exame precisa ser orientado pela história clínica e avaliação física para alcançar o seu potencial máximo. O bom checape precisa ser personalizado. Exames solicitados sem critério podem atrapalhar mais do que ajudar. É o excesso de diagnóstico – o overdiagnosis –, sem trazer benefícios para o paciente, ressalta.

EXERCÍCIOS A engenheira Mônica Rochas, natural de BH, começou a fazer um checape mais completo a partir deste ano, aos 58. “Meu objetivo é preventivo, para propiciar um envelhecimento com mais qualidade. Faço os exames ginecológicos com regularidade desde os 50. Felizmente, não cheguei a descobrir nada mais grave. Considero de extrema importância essa conduta, a fim de garantir um envelhecimento saudável e com um mínimo de restrições. Minha saúde está ótima. Faço esportes com regularidade e procuro manter uma rotina de leitura e escrita para exercitar o cérebro também.”

Já a advogada Ana Flávia Cançado, de 48, faz checape desde 1990. “Sempre fui muito atenta com a manutenção de coisas dentro de casa, então resolvi também organizar minha manutenção. Prevenir é a chave para uma vida longa. Faço um checape total todos os anos, mas é somente preventivo, pois minha saúde está ótima, graça a Deus.” Ana considera que é muito importante as pessoas fazerem um checape todos os anos ou de acordo com recomendação médica, além de praticar algum tipo de exercício. “Ando bastante, sigo os conselhos do doutor Breno Gomes”, diz.

Fonte:uai.
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EXAMES LABORATORIAIS PODEM AJUDAR A DIAGNOSTICAR DOENÇAS DO CORAÇÃO

Estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde), referente a 2000 até 2040, aponta que as mortes por doenças cardiovasculares no Brasil tenham um crescimento de 250%. Os problemas do coração e derrames já são hoje as principais causas de óbitos entre brasileiros.

Problema tão graves, entretanto, podem ser detectados antes que seja tarde demais por meio de alguns exames laboratoriais simples. São os chamados marcadores cardíacos, testes que identificam substâncias liberadas no sangue quando há alguma lesão no coração ou doença cardiovascular associada.

“Com alguns exames de sangue, como Perfil Lipídico, Ácido Úrico, Homocisteína, Proteína C-Reativa-Ultrassensível (PCR-us), Glicemia de jejum, Hemoglobina Glicada, Lipoproteína-a [Lp(a)], ApoB, ApoA1  e outros, é possível identificar problemas cardiovasculares e monitorar a gravidade do caso. Cabe ao médico que acompanha o paciente solicitar os marcadores que mais se adequam a cada caso clínico”, explica o cardiologista e consultor médico do Laboratório Sabin, Anderson Rodrigues. “Até os exames de urina podem agregar para medir o risco cardíaco, como é o caso do exame de Microalbuminúria”.

Não deixe para procurar ajuda somente quando sentir algum desconforto. Você vai gastar somente um dia no ano para realizar um check-up preventivo. Listamos vários exames, mas não necessariamente você terá que passar por todos. De acordo com o cardiologista, esses testes serão solicitados considerando os diversos fatores que oferecem risco de uma doença cardíaca para cada pessoa, como histórico familiar de infartos e derrames, diabetes, sedentarismo, tabagismo, hipertensão arterial, maus hábitos alimentares, estresse, sobrepeso e obesidade.

 

 

Fonte:CoraçãoAlerta

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O que é dermatologia ?

O que é a Dermatologia?

Dermatologia é uma especialização médica cuja área de conhecimento se concentra no diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças e afecções relacionadas à pele, pelos, mucosas, cabelo e unhas.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia é a única sociedade médica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Associação Médica Brasileira (AMB), sendo, portanto, a representante oficial dos Dermatologistas no país.

 

Quem é o dermatologista?

O dermatologista é o médico especialista no diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças da pele, pelos, mucosas, cabelos e unhas. São mais de 3.000 doenças dermatológicas que afetam a pele de crianças, adultos e idosos.

O dermatologista atua no diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças, além de orientar sobre cuidados gerais, solucionar problemas estéticos e trabalhar na manutenção da beleza da pele. Veja algumas doenças que os dermatologistas tratam: acne (espinhas), alergias, vitiligo, psoríase, queda de cabelos, hanseníase (lepra) e câncer da pele.

O profissional  também é habilitado para tratar de doenças nas mucosas, como afecções na boca, lábios, gengiva, língua e também na área genital. Neste caso enquadram-se as doenças sexualmente transmissíveis (DST) ou doenças venéreas.

 

O que é preciso para se tornar um dermatologista?

É preciso graduar-se em Medicina, um  curso que compreende seis anos de estudo em período integral. Os médicos formados, para se tornarem especialistas, fazem um curso de especialização ou de residência médica. No caso da Dermatologia, o curso dura de três a quatro anos, em período integral.

Nesta etapa, os médicos atendem pacientes e aprendem sobre todo tipo de doença de pele. Familiarizam-se com os tratamentos clínicos, cosmiátricos, laser, oncológicos e cirúrgicos que envolvam a pele e seus anexos. São quase nove mil horas de estudo, apenas na residência, para tornar o médico apto a tratar e diagnosticar as diversas doenças e problemas da pele e de suas extensões.

Ao final desta etapa, o médico necessita registrar-se no Conselho Federal de Medicina como especialista em Dermatologia para oficialmente ser considerado especialista.

Existem duas formas de obter a especialização:

  1. Ter concluído um curso de residência em Dermatologia reconhecido pela SBD e CNRM (Comissão Nacional de Residência Médica);
  2. Ter concluído especialização em Dermatologia reconhecida pela SBD e ser aprovado em concurso de prova de título e habilidades das Sociedades de especialidades filiadas à AMB (Associação Médica Brasileira). No caso da Dermatologia, a prova de Título de Especialista em Dermatologia da SBD.

Todos os aprovados e os que concluíram a residência devem registrar os certificados nos Conselhos de Medicina de seus estados para obter o chamado Registro de Qualificação de Especialista (RQE)

 

SOMENTE COM ESTE REGISTRO O MÉDICO PODERÁ SER CONSIDERADO ESPECIALISTA, SEJA EM DERMATOLOGIA OU QUALQUER OUTRA ÁREA.

 

Vale lembrar que no Laboratório Exame realizamos exames de sangue que seu Dermatologista prescreve.

Dúvidas Ligue : (66) 99687-3700

 

Fonte: sbd

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